O Hiip-Hop é destaque no Jornal Correio Braziliense
Um dos maiores veículos de comunicação impresso de Brasília destaca o “Hip-Hop das mulheres” guerreiras”As mulheres guerreiras do Hip-Hop. Esse título, seguido por uma imagem que ocupa quase a metade da capa do jornal Correio Braziliense do último dia 09, segunda-feira, chama atenção daqueles que gostam de dar uma olhada nas bancas de jornais. A notícia fala sobre os avanços e desafios enfrentados pela mulheres do Distrito Federal que trilham seus caminhos dentro do Hip-Hop local e procuram consolidar a carreira fora da capital Federal.
A matéria mostra uma entrevista com representantes femininas dos quatro elementos desse movimento cultural urbano. Cita várias artistas de Brasília que são destaques, não só na capital, mas no Brasil, e que mesmo assim não têm seu talento reconhecido. Entre as destaques estão: DJ Dona, 32 anos, única mulher do Centro-Oeste a participar do Red Bull Music Academy 2002; Nat e Lola, 20 anos, grafiteiras, participam das crews Spray Rosa Ataque (SPA) e Toque Feminino Crew (TFC); Vera Verônica, cantora, 30 anos, primeira mulher a lançar um disco independente em Brasília, além de ter completado mestrado em educação; DJ Japa Girl, 34 anos, apresentadora do programa Fun Music and Vídeo, no canal de internet Yes TV. Foram ouvidas também as Bgirls do grupo BsbGirls, Loweasy, Kelly Slow, Nay, Fab Girl e Thiska Tacha, finalistas do campeonato mundial Beathe of the Year deste ano, em Brunsvique, Alemannha.
Para a reportagem as mulheres procuram novas alternativas enquanto os homens ainda reproduzem o formato antigo. É o que explica Jaqueline Fernandes, do coletivo de artistas Griô Produções, segundo ela “As mulheres apresentam propostas progressistas no que diz respeito a produção do Hip-Hop. Elas não se limitam ao formato dos quatro elemento(rap, break, grafite e dicotecagem). Enquanto os homens ainda reproduzem o formato antigo, elas procuram reciclá-lo com experiências de economia solidária em organizações de feiras de festivais, coisa que o rock já faz muito bem e há muito tempo”, explica.
A dificuldade ainda é grande o que torna a frase “Se é difícil para os homens imagina para as mulheres” quase uma unanimidade entre as artistas, mas a verdade é que não só as mulheres estão ganhando espaço como também o Hip-Hop.
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